
Meus olhos pintados de negro pelo véu
meus ouvidos atentos
meus passos incertos, errantes, confusos.
Meu vazio sem ver
meu espaço de estar
minha alma 'vendo' o encontro esperado
Pelo cheiro, pela pele
pelo tato, pelas cores,
por um fio, por um momento
eu sei que minha alma pode ver.
Gritos, sussurros, ofensas,
agonias, NEUROSES.
Como é bom ter nos braços
a certeza da segurança
Como é bom conter
quando se quer bem.
Texto Por Pâmela Guimarães
Foto Por Erick Silva
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